Polícia Militar leva projeto “Protetores do Lar” a escolas de Imbituba com palestras sobre violência doméstica e respeito
Foto: Ilustrativa Nos dias 5 e 7 de maio, policiais do 34º Batalhão de Polícia Militar (34º BPM), por meio da Rede Catarina, promoveram palestras do Projeto Protetores do Lar para alunos do ensino médio da E.E.M. Eng. Annes Gualberto e da E.E.B. Profª Gracinda Augusta Machado, em Imbituba. As atividades fazem parte de uma ação educativa voltada à prevenção da violência doméstica e à promoção de relações pautadas pelo respeito e pela empatia.
Durante os encontros, os policiais abordaram temas centrais para a formação cidadã dos jovens, como identificação de sinais de violência doméstica, canais de denúncia, direitos das vítimas e medidas de proteção existentes. Também foram discutidos aspectos relativos ao respeito nas relações interpessoais, prevenção de práticas abusivas e a relevância da informação como ferramenta de proteção e transformação social. A programação incluíu espaço para perguntas e relatos dos estudantes, o que ampliou o diálogo e possibilitou esclarecimentos práticos sobre como agir em situações de risco.
A iniciativa reforça o compromisso da Rede Catarina em orientar e conscientizar a juventude sobre a importância de construir ambientes seguros, tanto no lar quanto na comunidade. Segundo os organizadores, a presença dos policiais nas escolas busca não só oferecer orientações imediatas, mas também fortalecer uma cultura de cuidado, empatia e prevenção — valores essenciais para a redução da violência e para a promoção de uma convivência mais saudável.
Representantes das unidades escolares destacaram a importância do projeto para complementar o trabalho pedagógico e ampliar o repertório dos alunos sobre questões de direito, cidadania e proteção. A ação também contou com a distribuição de material informativo sobre serviços de apoio e canais de denúncia, visando facilitar o acesso da população jovem às redes de proteção.
O Projeto Protetores do Lar integra as iniciativas da Rede Catarina destinadas à prevenção da violência e à promoção de políticas públicas educativas. A continuidade dessas ações nas escolas é apontada como estratégia importante para consolidar a cultura do respeito e estimular os estudantes a tornarem-se agentes de transformação em suas comunidades.




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